
Havemos de nos encontrar, um dia. Havemos de dizer tudo o que queremos, tudo o que pensamos. Havemos de quebrar o muro que nos separa e unir dois pólos tão diferentes.
Somos uma cidade barulhenta, efervescente, em hora de ponta. Às vezes irritamo-nos a nós próprios e só pedimos uns minutos sem confusão, mas quando cai a noite e todas as pessoas regressam a casa, ficamos só nós os dois no silêncio dos parques sem ninguém, sem crianças às gargalhadas e sem vendedores de pretzels com os seus carrinhos.
As nossas diferenças serão os dias atarefados de Paris, pessoas aos encontrões na rua enquanto revêm tudo o que pensam dizer na reunião que vão ter dentro de segundos, e as nossas gargalhadas que nos unem, a tranquilidade das noites.
Havemos de fazer tudo e muito mais, havemos de querer tudo sem ter nada e havemos de conseguir sonhar mais alto do que as 6 biliões de pessoas que habitam o mesmo planeta que nós. Rir-nos-emos dos que diziam que não conseguiríamos metade do que ansiávamos, enquanto caminhamos felizes pela praia, inundados com a nossa própria felicidade.
Hey Steven, while people always leaving, I think you and I should stay the same.
Um dia descobriremos como.
Inês
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